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Julico (The Baggios) traz pluralidade e groove brasileiro no primeiro álbum solo, o conceitual ikê maré

Sexta-feira | 30 de outubro de 2020
por Romulo Carlos de Sousa

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A palavra que dá nome ao primeiro disco solo de Júlio Andrade (vocalista e guitarrista do The Baggios), ikê maré, só existe - ainda - no imaginário do músico sergipano. Representa o tempo, com seus ensinamentos e ciclos: o músico idealiza e reflete sobre isso cercado pela natureza, em frente ao mar, e ali se perde na finitude da existência.

Ouça ikê maré aquihttps://album.link/cmrpxzdcPPx7w.

Ikê maré é, também, um estado de espírito, em constante transformação, a incessante busca por caminhos diversos na vida, conquistados a partir do conhecimento que o tempo oferece, pode ser pela arte ou pela convivência humana.

O conceito reverbera em música, entre 13 faixas, com a fusão do soul, do funk e psicodelismo da música brasileira. Uma fusão de vários ritmos e etnias e ikê maré é, mesmo, plural - tem também baião, desert blues e música folk. A verve da música brasileira setentista dá o tom ao disco, explorando o swing e o groove. Aqui, Julico explora mais refrões do que versos.

"Minha necessidade com a música foi justamente fazer algo mais segmentado neste sentido, com um conceito amarrado das temáticas e das texturas. As músicas se complementam", comenta Julico.

A pluralidade de ikê maré também se encontra nas letras, que transbordam em palavras dóceis, de resistência, mas também de alerta, às vezes acidas e viscerais.

Julio Andrade - Fundador do The Baggios, compositor, produtor musical, Julico é de São Cristóvão, cidade histórica de Sergipe. Com a renomada banda de blues rock, compôs e produziu os premiados “Brutown” (2016) e “Vulcão” (2018) - indicados ao Grammy Latino na categoria melhor álbum de rock ou música alternativa, com os quais fez turnês extensas por todo o Brasil, EUA, Canadá, México e Europa.

Julico tem composições indicadas a “melhores músicas/discos do ano” em 2011, 2013, 2016 e 2018 por jornalistas da Rolling Stone, Folha de São Paulo, Estadão, e em dezenas de sites e blogs especializados. Além disso, suas músicas já passaram pelas vozes de artistas importantes da cena contemporânea brasileira como Hélio Flanders, Baiana System, Céu, Fernando Catatau e Jorge Dupeixe (Nação Zumbi).

1. Ikê Maré
2. Nuvens Negras
3. Aonde Viemos Parar
4. Todo Dia É Santo (feat. Curumin)
5. Eu São / Curtis Says
6. Surfista DeTrem
7. Caípe Novo
8. Outrora
9. Paramopama / Vaza-Barris (feat. Winnie)
10. Rosimari
11. Pelejamor
12. São Cristóvão Via Niger (feat. Sandyalê)
13. Caípe Velho

Produzido por Julico
Mixagem e Masterização: Leo Airplane
Baterias: Ravy Bezerra
Captação de bateria: Dudu Prudente
Guitarras, Baixos, Teclas, Violões e Vozes: Julico
Foto da capa: Victor Balde

Participações
André Lima: Trompete na faixa 03
Diogo Rocha: Saxofone na faixa 03
Curumin: Vocais na faixa 04
Rafael Ramos: Teclas na faixa 04
Leo Airplane: Teclas nas faixas 05, 06 e 12
Winnie: Vocais nas faixas 03, 06 e 09
Sandyalê: Vocais na faixa 12
Meire Andrade e Ellen Andrade: Coro nas faixas 04 e 12

 

Fonte: Erick Tedesco/Tedesco Comunicação

 

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