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Dark Phantom apresenta seu novo single "The Redline".
Sábado | 10 de janeiro de 2026
por Romulo Carlos de Sousa

Esta canção é uma exploração brutal do colapso da crença, da autoridade e da obediência cega. Ela retrata um reino decadente de ódio, onde pastores corruptos conduzem os fiéis a conflitos intermináveis, expondo como a linguagem sagrada é manipulada para justificar a violência e o controle.
O refrão transmite sua mensagem por meio de palavras árabes poderosas — Takbir, Takfir, Tadnis, Tadmir — termos profundamente enraizados no discurso religioso e político. Usadas aqui como armas de ironia, elas representam glorificação, excomunhão, profanação e destruição, refletindo o ciclo de guerra ideológica travada em nome de Deus. Essas palavras não são usadas para glorificar a violência, mas para confrontar e revelar como a própria linguagem se transforma em uma ferramenta de guerra.
Combinando a agressividade extrema do metal com elementos culturais do Oriente Médio, a canção desafia o dogma herdado e o absolutismo religioso, instando os ouvintes a olharem para dentro de si em vez de se submeterem a verdades impostas. É um confronto com a falsa divindade, deuses petrificados e sistemas que há muito tempo falharam.
Isto não é uma rejeição da fé, mas sim uma rejeição à sua corrupção — um grito sem filtros contra a hipocrisia, a guerra santa e o silêncio imposto.
Você pode ouvir a música aqui.
ANGELS PR
Fonte: Chris Angels/AngelsPR





