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Entrevistas

MALKUTH

7 de janeiro de 2020
A banda pernambucana MALKUTH concedeu uma importante entrevista na qual fala um pouco mais sobre o atual trabalho “Voodoo” e sua temática abordada, mudanças na formação, métodos de composição, criação e muito mais.
A banda surgiu em 1993, tendo como membro fundador originário Vital Santos (Sir Cernunnus Ashtaroth), com o intuito de executar um metal extremo e sombrio. 
 
Quem nos responde é Sir Cernunnus Ashtaroth (Vocal/Guitarra).

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1 - Já se passaram 27 anos... Nos fale como tudo começou?

R.: Saudações necromânticas! Iniciamos as nossas negras atividades em meados de 1993,como ex-membros de várias hordas locais de PE como o Cárcere, Brutal Desfiguration e Goliath, nos juntamos com o intuito de celebrar apresentações ao vivo e lançar uma discografia de louvor ao maioral Lúcifer, aos demônios e entidades reinantes na face da terra...
Até hoje estamos na ativa, mas apenas eu como membro fundador remanescente...

2 - Vocês têm uma discografia incrível. Poderia falar mais sobre ela?

R.: Obrigado pelo comentário sobre a nossa discografia. Temos uma demo-ensaio de 1994,uma DT oficial de 1995, dois EP’s lançados em 1997 e outro em 2017, além de participações em vários tributos e compilações e 7 full álbuns oficiais lançados ao longo de todos estes anos.Estamos compondo no momento o que será o nosso oitavo álbum de carreira. Meu álbum predileto até o momento é o lançado em 2018, “Voodoo”, a meu ver o mais sombrio e com melhor qualidade em todos os sentidos (em arte e sonoridade).

3 - E sobre a participação da banda no zine peruano DSBLACK?

R.: Foi uma entrevista com um teor bem interessante e inusitado! Apesar de peruano, foi feita em língua portuguesa (perguntas e respostas). Confiram, disponível na internet...

4 – “Voodoo” é um disco incrível. Nos fale sobre toda a repercussão deste trabalho:

R.: Este álbum teve uma ótima repercussão no meio underground nacional e mundial. Estamos com a tiragem dele quase esgotada. Obteve ótimos comentários em blogs e zines do underground e do Metal Extremo. Foi considerado o melhor disco de Black Metal nacional do ano 2018, segundo alguns sites especializados. Estamos honrados com o alcance deste opus...

5 – A banda anunciou Kronos como novo guitarrista. Conte-nos como ele está se saindo:

R.: Ele está na banda desde o meio do ano de 2019 e fez uma ótima apresentação ao vivo conosco numa celebração local em PE. Ele é um excelente músico e veio para somar à banda,dando mais peso, melodia e poder ao som do Malkuth.

6 - Nos fale como foi tocar no “Darkside Festival” recentemente?

R.: Foi uma celebração e tanto junto ao nosso fiel público local. Dividimos palco com grandes bandas do nosso cenário local e nordestino. Tocamos um set list no qual a metade foi com músicas do CD “Voodoo” e a outra metade com os nossos hinos mais antigos, dando um toque nostálgico...

7 - Quais as expectativas de vocês com a carreira internacional?

R.: É um sonho para nós! Sabemos que tem de se ter um ótimo planejamento tanto logística como financeiramente falando para se entrar em turnê internacional. Temos muita vontade,porém o momento certo virá! Sabemos que temos uma fatia de público lá fora que nos conhece e acompanha desde os primórdios! Assim Lúcifer e os Demônios desejam...

8 - O Metal Extremo vem se fortalecendo a cada dia mais. Vocês concordam? Qual a visão de vocês neste momento atual, tanto quanto às bandas quanto ao público e aos produtores?

R.: Sim, concordamos. O Metal Extremo sempre há de se fortalecer com as novas gerações! Há bandas incríveis nesta linha tanto a nível nacional como internacional, sempre procuramos conhecê-las e adquirir seus materiais físicos. A internet também ajuda a pesquisá-las. Quanto ao público, creio que têm comparecido em massa em alguns cerimoniais e em outros não,mas isto é devido às várias opções de shows para se ir em várias datas e isto realmente divide o público.
Há produtores sérios na nossa cena nacional, sabemos de seus esforços e dedicações em prol dos eventos (são custos altos), mas também há os que não têm consciência alguma e querem que as bandas paguem por conta própria seus translades e afins. Isto é inadmissível!
Têm que fornecer o mínimo necessário para que as bandas se desloquem e façam apresentações decentes ao público underground.

9 - O que fazer para uma maior valorização das bandas no cenário Nacional?

R.: Elas próprias têm de se valorizarem! Como disse na questão anterior: elas têm apenas que aceitar tocar em shows nos quais os produtores forneçam o mínimo necessário para que elas se desloquem, se hospedem e se apresentem de maneira decente ao público do Metal Extremo. Além disso, é preciso sempre que pesquisemos por novas bandas ou até mesmo
bandas antigas do nosso cenário e que compremos seus materiais físicos. Isto é muito importante!

10 - Planos para 2020, um disco novo de estúdio, turnês?

R.: Sim!
Estamos trabalhando em um material novo e estamos praticamente já com 5 das 9 músicas que farão parte deste profano opus prontas! Turnês ainda não temos em pauta, porém estamos disponíveis para propostas por parte dos produtores que tiverem interesse em fechar conosco.

11- Gostaria de agradecer a entrevista. Deixamos este espaço para as considerações finais:

R.: Nós é quem agradecemos a oportunidade e espaço!
Nós somos os Filhos da Serpente e apregoaremos sempre e intensamente a Palavra Luciferiana pelos quatro cantos da face da Terra através da nossa música maldita! Hail, Lúcifer e toda a sua Legião!
 
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Fim da Entrevista

 

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