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Entrevistas

Pandemmy

20 de março de 2018

Em janeiro de 2009, o guitarrista Pedro Valença fundou o Pandemmy. Logo de início, a sonoridade do grupo já trazia elementos clássicos do Thrash e Death Metal que, pouco a pouco, seriam ainda mais trabalhados. No início de 2010 apresentaram uma demo com quatro composições próprias, intitulada “Self-Destruction”. Resenhas positivas foram publicadas em revistas e sites locais, além de possibilitar uma boa quantidade de shows na região nordeste. Em 2016 o Pandemmy lança na web seu o segundo álbum oficial, que mantém a evolução do Death/Thrash Metal, marca da sonoridade do grupo. Atualmente a banda conta com uma nova vocalista, Rayanna Torres, que foi apresentada de forma oficial no novo videoclipe para a música “Circus Of Tyrannies”. Recentemente o grupo foi destaque na segunda edição do Hellcifest, que reuniu grandes nomes do metal mundial.

Em seus 7 anos de atividade, o Pandemmy já tocou ao lado de grandes nomes do metal mundial, bandas como Abbath, Amon Amarth, Artillery, Belphegor, Brujeria, Exodus, Obituary, Ragnarok, Ratos de Porão e Tankard, se encontram nesta extensa lista.

FORMAÇÃO:

Pedro Valença - Guitarra
Guilherme Silva - Guitarra
Rayanna Torres - Vocal
Marcelo Santa Fé - Baixo
Arthur Santos - Bateria

01 - Quais as principais influências da banda?

Marcelo Santa Fé :Somos influenciados pelo que gostamos de ouvir, e ouvimos muita coisa.
Ter ouvidos abertos para o que rola na música ao redor do mundo tem nos favorecido nesse
sentido. A parabólica continua fincada na lama, sacou? Entendemos que a boa música que te
influencia não precisa, necessariamente, sempre vir do meio em que trabalhas.
Individualmente, nossas influências são muito abrangentes, você encontraria de Cordel do
Fogo Encantado a Frank Gambale na minha playlist. Mas dentro do metal, é seguro dizer que
convergimos em nomes como Kreator, Torture Squad, Children of Bodom, Death, Arch Enemy,
Obituary, Carcass, Sepultura e Dark Tranquility.

02 - Qual o real significado do nome Pandemmy?

Pedro Valença: Quando eu fundei a banda queria um nome que desse a ideia de abrangência,
pois não temos a intenção de produzir uma sonoridade repetitiva. Pandemmy deriva de
‘Pandemic’, que significa pandemia, ou seja uma enfermidade amplamente disseminada, no
nosso caso, a vontade de disseminar nossa música e sonoridade.

03 - Como é o trabalho interno na banda, quem tem maior parte nas autorias, quem compõe com mais frequência na banda?

Pedro Valença: Eu e Guilherme dividimos a função de compor as músicas, mas há
contribuição de todos os membros quando ensaiamos os sons novos nos ensaios. Nunca uma
música nova entra no estúdio sem sair com modificações e arranjos. Como estou sempre
pensando nas propostas líricas da banda, escrevo as letras também.

04 - O Pandemmy tocou com bandas grandes, dentre elas, Abbath, Obituary, Ragnarok, Tankard, Exodus, Belphegor entre outras, como foi tocar no mesmo palco que essas bandas? Vocês chegaram a ter algum contato com membros de algumas das bandas?

Pedro Valença: O mais bacana de tocar com bandas gringas, que tem uma certa fama na cena
heavy metal mundial é o aprendizado em ver como funciona a logística, passagem de som, os
equipamentos utilizados. Alguns membros dessas bandas foram gentis e agradáveis, alguns
ficam bem felizes quando ganham material de presente, seja uma camisa ou cd. Outros são
mais reservados e nós também respeitamos tal postura pois não queremos atrapalhar.

05 - Os dois álbuns da banda, “Reflections & Rebellions” (2013) e “Rise Of A New Strike” (2016), foram gravados com vocais masculinos e agora a banda conta com Rayanna Torres nos vocais. O que levou a banda a optar por vocais femininos?

Pedro Valença: Na verdade não optamos por um vocal feminino. Enquanto fazíamos os
testes, quase que teríamos um novo vocalista. Rayanna entrou na banda porque a forma como
ela canta os rasgados e guturais casaram bem com a sonoridade das nossas músicas. A cada
ensaio e show o entrosamento aumenta. Ela não chama atenção só por ser mulher, mas por
ter um estilo de vocal próprio.

06 - Qual dos dois álbuns da banda vocês consideram o mais importante da carreira da banda durante esses 9 anos de estrada e por quê?

Marcelo Santa Fé:Impossível dizer qual o mais importante e não me refiro só ao "Reflections & Rebellions" e o "Rise of a New Strike". Apesar de não ser membro fundador,digo sem sombra de dúvida que a demo "Self-Destruction", os EPs "Dialectic" e "Idiocracy" são tão importantes quanto nosso trabalho mais recente. Não teríamos completado nove intensos anos de estrada sem eles. Tentar não se repetir e evoluir com naturalidade sempre foi algo intrínseco à banca desde a fundação. Isso fica bem claro já na primeira música do ROANS, que se chama "One Step... Forward". Os registros anteriores são o atestado desse compromisso em dar um passo à frente. Eles refletem nosso amadurecimento musical, intelectual e interpessoal.

07 - Quais os planos da banda para esse ano de 2018?

Pedro Valença: Continuar fazendo shows, mesmo com as dificuldades de locais e condições
para que isso se realize aqui no Nordeste. Até junho deste ano lançaremos um single e até
dezembro um Split album com uma banda gringa. Em breve divulgaremos os detalhes desses
lançamentos.

08 – Gostaria de deixar esse espaço para a banda para as considerações finais e também se quiserem mandar alguma mensagem para os leitores do Arrepio Produções e para as pessoas que acompanham a banda?

Pedro Valença: Muito obrigado pelo espaço cedido! Também agradecemos aos headbangers
que acompanham o cenário nacional e aos leitores da Arrepio Produções. Nossos álbuns estão
disponíveis nas principais plataformas de streaming, além do YouTube. Quem quiser adquirir
um merchan da banda, é só entrar em contato através da nossa página do Facebook ou por e-
mail. It’s time to spread the Pandemmy again !!!
 
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